O seu navegador necessita de suporte Javascript para esta funcionalidade. Museu D. Diogo de Sousa - Exposição Permanente
26 de Maio de 2017
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Exposição Permanente

A exposição permanente inicia-se no corredor do piso de entrada, com uma breve abordagem à história do Museu, à qual se seguem quatro grandes núcleos expositivos.
Interior da Sala da Pré e Proto-história, com núcleo do Paleolítico à esquerda e da Idade do Ferro à direita.Na sala 1 estão expostas as colecções cronologicamente compreendidas entre o Paleolítico e a Idade do Ferro.
Na sala 2 abordam-se as questões inerentes à integração de Bracara Augusta no Império romano, ou seja, em que medida o comércio e o contacto com as inovações tecnológicas influenciaram o desenvolvimento da economia local.
Na sala 3 pode tomar-se contacto com aspectos relacionados com o desenvolvimento do projecto de arqueologia urbana, em curso, respeitantes à organização do espaço público e doméstico em Bracara Augusta.
Aspecto de uma visita de grupo à área das ruínas romans com mosaico.Na sala 4, são apresentados testemunhos alusivos às ligações viárias de Bracara Augusta, às necrópoles que se situavam na sua proximidade para além de alguns achados associados à religiosidade, no período romano e paleocristão.
A cave do bloco de serviços "o espaço-cripta" conserva vestígios “in situ”, de uma habitação da época romana com um mosaico.

Os textos de sala fornecem informação detalhada sobre as peças em exposição e seus contextos de origem.

  • Vista parcial da Exposição, com vitrines do núcleo da Idade do Ferro.Esta sala apresenta desde os primeiros testemunhos de ocupação do Homem na região, datadas de há cerca de 250.000 anos, até às peças datadas do séc. I d.C., com a plena integração no Império romano.
    Destacam-se:
    - a diversidade de matérias-primas de que progressivamente o Homem se serviu para fazer os seus objectos;
    - a evolução da tecnologia de fabrico dessas peças, desde o talhe de pedra à execução de artefactos em metal;
    - a progressiva diferenciação social entre indivíduos e comunidades.

  • Aspecto da Sala "Bracara Augusta e o Império Romano". À direita o núcleo das importações e ao fundo à esquerda a produção local cerâmica.O primeiro contacto entre os bracari e os romanos deu-se entre 138-136 a.C., no âmbito de expedições de reconhecimento militar.
    Desde então, e até à fundação da cidade de Bracara Augusta (16-15 a.C.), esta região viveu um clima de paz que favoreceu o desenvolvimento, pelo que o comércio em grande escala, proporcionado pela integração no Império romano, abriu novas oportunidades de expansão e negócio. 
    Destaque para a qualidade das peças cerâmicas produzidas localmente, algumas delas imitando de forma perfeita peças importadas. A abundância e a qualidade dos barreiros desta região propiciaram o desenvolvimento da olaria até à actualidade.

  • Vitrina com maqueta de possível reconstituição das Termas romanas do Alto da Cividade, em Braga.As intervenções arqueológicas realizadas em Braga, desde meados da década de setenta, proporcionam um melhor conhecimento da organização da cidade romana de Bracara Augusta.
    Alguns desses vestígios da ocupação romana foram integrados na malha urbana actual sendo visitáveis.

  • Reconstituição de três sepulturas romanas encontradas em Braga, em primeiro plano; ao fundo à esquerda, sete estelas funerárias em granito também de época romana.Neste último espaço expositivo abordam-se três grandes temas – as vias que ligavam Bracara Augusta às restantes cidades do Império romano, a distribuição das necrópoles na cidade e os testemunhos da relação dos seus habitantes com as várias divindades.

    Na época romana, o espaço dos mortos era fora da cidade, ou do mundo dos vivos. Os cemitérios localizavam-se normalmente junto às vias de saída das cidades.
    Algumas das peças encontradas em sepulturas estão associadas a epígrafes funerárias. A análise do conjunto destes materiais é muito interessante, sob o ponto de vista da organização social da cidade.
    Da relação dos homens com as divindades ficaram testemunhos epigráficos de grande significado e elaborada expressão estética.
    Finalmente encontram-se alguns vestígios associados ao período paleocristão e concretamente a réplica do Sarcófago de S. Martinho de Dume.

  • Aspecto geral das ruínas romanas com mosaico existentes no espaço-cripta da cave do bloco de Serviços técnicos do Museu.Durante as escavações arqueológicas, que precederam a construção do edifício do Museu, foram encontrados vestígios de uma habitação do século I, com a particularidade de ter um mosaico.
    Dada a elevada acidez do solo em Braga, este tipo de achado raramente se preserva, pelo que se procedeu à sua integração nas instalações do Museu, no espaço-cripta do bloco de serviços.
    O mosaico é constituído por motivos geométricos bicromos (branco e preto). Um dos painéis musivos é constituído por um tabuleiro, em que as casas apresentam cruzeta ao centro, em oposição de cores e o outro é decorado com quadrícula de linhas de ampulhetas, com tesselas de granito e de calcário.
    Estão em curso trabalhos de restauro.

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