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23 de Novembro de 2017
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  • Ligações de interesse

Epigrafia romana

  • Ara em granito, com base, cornija e foculus. Campo epigráfico alisado onde se inscreve uma inscrição de três linhas, com letras bem desenhadas e pouco profundas.

    Ara votiva dedicada a divindade indígena Nabia.
    Séc. II d.C.
    Proveniência: Fonte do Ídolo, Rua do Raio, Braga

  • Parte superior de uma ara votiva em granito. Possui foculus, mas encontra-se mutilada lateralmente o que corta parte da inscrição.

    Ara votiva dedicada à divindade indígena Ambiorebis
    Finais séc. I – inícios II d.C.
    Proveniência: R. Comendador Santos da Cunha, Braga

  • Ara granítica de forma paralelepipédica, com base e cornija que delimitam o campo epigráfico. O lado direito da peça encontra-se alisado. A inscrição distribui-se por cinco linhas, com letras grosseiras e esbatidas.

    Ara votiva dedicada a divindade indígena
    Séc. I d.C.
    Proveniência: Ermida do Anjo da Guarda, Prozelo, Amares

  • Ara em granito

    Ara votiva dedicada à divindade indígena Senaicus
    Finais séc. I – inícios II d.C.
    Proveniência: R. Comendador Santos da Cunha, Braga

  • Ara votiva dedicada a Júpiter
    Meados séc. II d.C.
    Proveniência: Teatro Circo, Av. da Liberdade, Braga
  • Ara em granito, paralelepipédica de secção rectangular, faltando-lhe a base. Mutilação no topo.
O campo epigráfico, alisado, ocupa totalmente uma superfície, distribuindo-se a epígrafe por seis linhas.
    Ara votiva dedicada aos deuses viários (Lares Viales)
    Séc. II d.C.
    Proveniência: Largo do Paço, Braga
  • Ara em granito, moldurada nas quatro faces. Capitel com fóculo central saliente. Frontões triangulares ladeados por dois toros lisos.
    Ara votiva em granito, dedicada aos Lares Viales
    1ª metade séc. II d.C.
    Proveniência: Largo de S. Francisco, Braga
  • Estela de granito de topo arredondado. No cimo, decoração de rosácea de seis braços entre botões, em círculo entrançado. Campo epigráfico dentro de cartela entre lanças apontadas ao alto; em baixo rectângulo com guilhoché. Inscrição em cinco linhas.
    Estela funerária  de um liberto
    Finais séc. I – 1ª metade séc. II d.C.
    Necrópole Via XVII, Avenida da Liberdade, Braga
  • Estela de granito em forma de pórtico retalhado à direita e em baixo. Inscrição em cinco linhas, com letras irregulares. Ligação na 2ª linha: LI. NO "H" da última linha as duas barras verticais da letra estão juntas na base e no topo da letra.
    Estela funerária de um escravo
    Séc. II ou III (?) d.C.
    Proveniência: Necrópole Via XIX, Campo da Vinha, Braga
  • Estela de granito, de topo arredondado. Distinguem-se três registos: o painel superior com um balde com a base em forma de bico; o painel inferior com um maço, um machado e um feixe; ao centro o campo epigráfico, com inscrição em quatro linhas.
    Estela funerária de um escravo
    Séc. I ou III d.C.
    Proveniência: Necrópole Via XVII, Largo Carlos Amarante, Braga