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27 de Maio de 2017
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  • Museu

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O Museu D. Diogo de Sousa pretende afirmar-se como agente de desenvolvimento cultural e social da comunidade em que se insere, promovendo boas práticas e procedimentos museológicos, e estabelecer parcerias e relações institucionais com colaboradores interessados, entidades ou agentes socio-económicos, fomentando um desenvolvimento sustentado e a captação de novas fontes de financiamento.

Para além de nos visitar e participar nas nossas actividades, pode ajudar-nos a desenvolver melhor o nosso trabalho.


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  • Aqui se destacam as instituições, entidades ou empresas que têm apoiado o Museu D. Diogo de Sousa, no âmbito de parcerias de colaboração estabelecidas ou na concretização de donativos significativos para o desenvolvimento da actividade museológica e com quem tem uma relação privilegiada.
  • Postal de 1929, mostrando instalações do Museu no Largo do Paço, com miliários em primeiro plano.O Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa é um organismo público, dependente da Direção Regional de Cultura do Norte definido na sua Lei orgânica como um museu regional de arqueologia.

    O Museu foi criado em 1918, como museu de arqueologia e arte geral, como o objectivo de obstar à dispersão do património local até então na posse de particulares e outras instituições.
    Em 1980, com a sua revitalização a missão do Museu foi redefinida como um organismo científico-cultural no âmbito disciplinar de arqueologia, passando a exercer as suas actividades básicas nos domínios do apoio à investigação, da museologia, da divulgação cultural, do apoio ao ensino e à defesa e preservação do património arqueológico regional.

  • Pormenor da Planta de Braga de 1594 da autoria de Georgius Braun.

    O nome do Museu está associado ao arcebispo D. Diogo de Sousa (1461-1532), a quem se ficaram a dever importantes medidas de remodelação urbanística em Braga e o facto de ter reunido os testemunhos arqueológicos mais antigos desta cidade, até então dispersos.

    Entre os séculos XVI e XIX registaram-se algumas iniciativas em prol da criação de um museu, mas só em 1918 surgiu o “Museu de História da Arte e Arqueologia”.
    Mercê de circunstâncias adversas, o museu não teve um funcionamento regular até 1980, altura em que foi revitalizado, como Museu Regional de Arqueologia.
    De então para cá tem desenvolvido a sua actividade no âmbito da preservação e divulgação do património arqueológico local e regional, tendo aberto ao público em Junho de 2007.
    Dependente da Direcção Regional de Cultura do Norte, o Museu integra a Rede Portuguesa de Museus e ainda o conjunto de Museus do Eixo Atlântico.

  • Acesso ao Jardim dos Miliários e fachada porterior do Museu.O edifício do Museu foram projectadas para a zona arqueológica mais significativa e melhor preservada da cidade de Braga.
    O projecto arquitectónico é da autoria de Carlos Guimarães e Luís Soares Carneiro e desenvolve-se em três corpos, articulados entre si – o sector técnico e de serviços, a cafetaria e a área destinada ao público. O sector técnico engloba um laboratório de restauro e demais sectores de actividade relacionados com o estudo e valorização das colecções, deste e de outros museus, na região.
    O projecto da Loja, da Recepção e das Salas de Exposição Permanente é da autoria de Ana Leandro.
    A área destinada ao público integra os espaços expositivos, um auditório, loja, biblioteca e serviço educativo.
    Para além destes equipamentos o Museu possui amplos espaços exteriores ajardinados, de livre acesso ao público.