Aspecto do Santuário rupestre da Fonte do Ídolo.
Ingressos: € 1.70

Entrada livre:
Estudantes
Crianças até aos 14 anos
Professores do concelho de Braga
Jornalistas, investigadores e profissionais de Turismo (devidamente credenciados e no desempenho das suas funções)
Funcionários da Câmara Municipal de Braga
Domingos e Feriados para o público em geral

Desconto de 50%
Jovens entre os 15 e os 25 anos
Professores
Reformados (mais de 65 anos)
Portadores de deficiência
Detentores do Cartão Jovem Munícipe
Detentores do Braga Card
Famílias com 2 ou mais filhos menores (sobre o preço de ingresso de um dos pais acompanhantes


O monumento foi talhado num afloramento rochoso, especialmente cortado para o efeito.
Numa superfície vertical com cerca de três metros de largura observa-se no lado esquerdo uma figura togada que segura na mão um objecto, talvez uma cornucópia.
À esquerda da cabeça é visível a seguinte inscrição: (CEL)ICVS FRONTO / ARCOBRIGENSIS / AMBIMOGIDVS / FECIT, que pode ser traduzido por "Celico Fronto, de Arcóbriga, Ambimógido fez (este monumento)".
Do lado direito do monumento distingue-se uma edícula, com a representação de um busto no seu interior, com a inscrição. CELICVS FECIT, e na parte inferior do nicho. FRO(NTO), ou seja o nome do dedicante. À esquerda da edícula pode ler-se o nome de uma divindade: TONGONABIAGOI.
O nicho é adornado por um frontão onde se pode ver uma pomba e um maço. Acima do frontão há uma epígrafe com letras gravadas em tipo diferente, considerada mais tardia.
Na base deste nicho brota um pequeno manancial.

Pormenor das figuras insculpidas na rocha do Santuário rupestre da Fonte do Ídolo.A interpretação deste santuário é complexa.
Trata-se de um local de grande relevância  patrimonial e científica, quer pela sua originalidade, quer pela informação que faculta acerca das divindades indígenas veneradas nos primórdios da Callaecia meridional.
Apesar de ser dedicado a deuses autóctones, o santuário da Fonte do Ídolo possui um marcado estilo clássico.
Escavações realizadas no local permitiram descobrir bases e fustes de colunas, tégulas, ímbrices e aras epigrafadas, sugerindo a existência de um templo, ou de outra construção associada ao santuário.